
Aproveitando que a chuva e o frio de outono deram um tempo, fui ao Yad Vashem, o Memorial do Holocausto, terminar a visita iniciada logo que cheguei a Israel.
O Museu, onde não é permitido fotografar. Toda sorte de recursos multimídia são utilizados para relembrar, cronologicamente, o Holocausto. Em uma das salas (o pavilhão é composto por salas), há um vídeo particularmente tocante: Aharon Appelfeld lendo trechos de sua autobiografia.
Monumento em homenagem aos soldados judeus e partisans que lutaram contra os nazistas.
Panorama dos Partisans.
A caminho do Vale das Comunidades.
O Vale das Comunidades. Nas pedras, nomes das comunidades judias trucidadas pelos nazistas durante o Holocausto.
Uma espécie de labirinto.
Jardim dos Justos Entre as Nações, com nomes de não-judeus (góis) que arriscaram suas vidas para salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Há os nomes de dois brasileiros inscritos ali.
Luiz Martins de Souza Dantas trabalhava como diplomata na França e salvou a vida de muitos judeus, concedendo vistos a eles. Por sua vez, Aracy Guimarães Rosa, segunda esposa do escritor Guimarães Rosa, ajudou judeus a entrarem ilegalmente no Brasil, e isso em plena ditadura do Estado Novo.
Praça do Gueto de Varsóvia, Muro da Recordação.
El Jardin de la Sala del Recuerdo, acima e abaixo.
É isso. Deixo um abraço. E um sorriso:
Bye. Ou, como diz a dona Hanna: BAI.


























































